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Um balanço do meu primeiro mês de aulas de inglês com a Engoo

A aluna Jaqueline conta como tem sido estudar inglês aqui na Engoo.

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No finalzinho de 2016, tive a grata surpresa de começar a estudar inglês com a Engoo. A experiência superou todas as minhas expectativas: além de aprimorar o meu inglês até então enferrujado, venci alguns “bloqueios” e fui levada a refletir mais sobre algumas questões.

Como a Engoo é uma plataforma online de ensino de inglês, estas “questões” estão ligadas às possibilidades oferecidas pelas novas tecnologias e ao uso que fazemos delas. É uma discussão antiga e um tema bem batido, mas acho que vale esgotá-la mais um pouquinho. Eu gosto muito do “mundo virtual” e vejo com bastante otimismo as oportunidades criadas graças à internet, mas sou também um pouco receosa – principalmente no que se refere a uma certa virtualização das nossas relações pessoais e um consequente distanciamento. É dífícil explicar sem banalizar, mas me incomoda, por exemplo, o fato de contar tudo por mensagem em vez de sair de casa para uma conversa. Por outro lado, sei que se não fosse a tecnologia, eu me sentiria muito mais distante dos lugares onde já vivi e dos amigos que moram longe.

A verdade é que essas ferramentas são muito úteis e benéficas para promover aproximação – o que pode ser negativo é o uso que fazemos delas. Em um mundo gigante, marcado por desigualdades sociais e incontáveis fronteiras, quando usadas para aproximar pessoas fisicamente distantes, informar e difundir conhecimento elas já provaram ser realmente promissoras.

Isso se comprovou na minha experiência com a plataforma: de que outro modo eu poderia ter aulas de inglês com professores de diversas nacionalidades diariamente? Além da possibilidade de ouvir diferentes sotaques e decidir o conteúdo das aulas, o método proporciona uma aproximação humana e cultural. Isto é, além de treinar o ouvido e focar em objetivos específicos de aprendizado, o contato com pessoas de culturas diferentes possibilita um sentimento quase inédito de proximidade com o outro, de tocar o que é distante e de “fazer parte do mundo”.

É claro que o “desconhecido” também pode nos trazer alguma apreensão. Eu tive que superar a minha timidez e um bloqueio inicial, mas, como os professores são preparados, nem foi tão difícil – e só me fez bem. Colocar-se na situação de ter que praticar com pessoas diferentes certamente deixa o aluno mais desinibido e seguro para a prática real da língua.

Além disso, como é possível escolher os professores para cada aula, criei uma lista de favoritos e seleciono alguns para um tipo de aula (grámatica, por exemplo), e outros para outro (conversação). Entre uma aula e outra, ainda dá tempo de fazer aulas com professores novos frequentemente. Já em relação aos conteúdos, é muito bom poder escolher o tipo de aula, propondo temas aleatórios ou optando por itens dos materiais disponíveis. Aliás, a quantidade e a variedade destes materiais supriram as minhas necessidades, e a possibilidade de fazer aulas de conversação livre também se mostrou interessante. Quando eu não estava muito inspirada para propor algum assunto, os professores foram gentis e a conversação foi produtiva da mesma forma.

Visto a melhora no meu inglês (!), acredito que não seja nem um pouco complicado se adaptar à metodologia e explorar todas as vantagens que a plataforma oferece. Bendita tecnologia!

 

 

 

       

 

 

 

 

 

Jaqueline Crestani é jornalista e trabalha

com produção de conteúdo e tradução.

Fez mestrado em Semiótica na Itália, onde

descobriu que, além de amar viajar, é

apaixonada por cozinhar (e comer!).

 

 

 


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